PROGRAMAÇÃO

A programação do espaço LAMA Black Box teve o seu inicio no último trimestre do ano de 2020 com apresentação do projecto educativo Estojo.

Em finais de setembro de 2021 terá inicio uma lógica de programação regular de espectáculos teatrais e multidisciplinares, que privilegiam a criação contemporânea pensada prioritariamente para um público jovem, sem que, no entanto, sejam descurados outras tipologias de públicos.

O espaço LAMA Black Box, na sua programação irá acolher diversas companhias e artistas nacionais e estrangeiros, emergentes e não emergente, que no desenvolvimento do seu trabalho, convoquem problemáticas ligadas ao pensamento, à educação, à experimentação e à democratização cultural.

A concretização do projecto de programação prevê a inclusão de uma componente formativa, que se reveste de um papel prioritário e central, onde o público poderá compreender e questionar sobre o processo criativo de um determinado artista.

Sara Sara

Sinopse

A Sara quer sair da cidade onde mora. As personagens sombrias que povoam a sua memória obrigam-na a usar a arma mais niilista de todas: o sarcasmo. A Sara odeia a cidade onde mora. Todos os dilemas que tem, dentro e fora de si, provocam um loop temporal: uma partida perpétua, sem que esta alguma vez se concretize. Se não resolvermos o que passou, permanecemos no passado? Se a Sara falar de uma ferida, ela sara?

Criação | Diogo Simão, Nuno “Kabula” Esmael e Sara Afonso Vicente
Dramaturgia e encenação | Diogo Simão
Interpretação | Sara Afonso Vicente e Nuno “Kabula” Esmael
Figurinos | Filipe Correia
Aconselhamento artístico | João de Brito e Bruno Schiappa
Produção | Plutão de Verão
Parceria | LAMA Teatro e Folha de Medronho
Apoio | Direção Regional de Cultura do Algarve

Apresentações públicas

2021

16 a 18 setembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

Qual é a distância que vai da minha consciência aos meus atos

Sinopse

#Será que estou a sonhar? #O que é que me garante que aquilo que eu vivi era apenas um sonho? #Não ando por aí a falar com coelhos! #Quero acordar! #Não quero um coelho gigante a perseguir-me! #Proibida a entrada a quem não andar espantado de existir. #Vou construindo a realidade à medida que a vou vivendo? #Aquilo que experimento fica gravado na minha memória. #Procura um fundamento para o conhecimento nos sentidos. #Hábito igual a tendência psicológica. #Deixar de ser invisível. #Este pode ser o grande momento. #Menina, menina, está-se a sentir bem? #Emoção estética. #O preço da minha consciência. #Liberta-me, liberta-me. #E eu vou continuar a ser a certinha do costume e a virar costas ao destino? #Olho-me ao espelho e gosto do que vejo. #Roubo da minha intimidade. #Qual é a distância que vai da minha consciência aos meus atos. #Nunca é tarde para refazer uma vida… #Qual é a distância que vai do meu coração ao teu?

Direção e Criação | Pedro Filipe Mendes
Interpretação | Letícia Lourenço Blanc
Texto | Ana Cristina Oliveira
Sonoplastia | Hâmbar de Sousa
Produção | Meninos da Graça_Plataforma de Criação Artística
Parceria | Agrupamento de Escolas Eça de Queiroz (Lisboa) / Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro) / LAMA Teatro

Apresentações públicas

2021

21 e 23 outubro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

24 outubro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

Princesa pé de gesso

Sinopse

Um conto sem fadas, dragões ou príncipes encantados. Uma história real que não deixa de ser mágica por fazer parte da ImagiNação, um país onde tudo é possível. É uma história com pés e cabeça, de uma princesa, dos dias de hoje, nasceu com os pés virados para a lua. Sem coroa, esta princesa dormiu sempre em berço real, calçava-se para dormir porque o que mais queria era saber andar. Com olhos do tamanho do mundo e nariz arrebitado a apontar as estrelas, a princesa nasceu com os pés ao contrário, tortos por natureza, estavam virados no sentido oposto ao chão. Os dois pés apontavam na mesma direção, sola com sola, botos de nascença recusavam-se a pisar a terra. Planavam nas nuvens e caminhavam no planeta do sono, onde os sonhos teimam em não acordar. Pés há muitos, uns mais chatos, outros cavos por natureza. Pés gregos ou egípcios. Romanos ou Celtas. Quadrados ou pontiagudos. Pés de lã ou de chumbo. Gigantes ou minúsculos. Botos ou normais. Variam em tamanho, no sexo e na forma mas andam sempre a par da imaginação, que os conduz por onde nunca pensaram chegar. Um espetáculo para todas as idades, de preferência para quem já saiba apertar os atacadores.

Texto | Joana Guita
Encenação | Rita Neves
Interpretação | Laura Pereira e Tânia Silva
Desenho de som | Igor Martins e Rita Neves
Execução de adereços | Rute Sousa
Design gráfico | Joana Guita
Fotografia | Ana Monteiro e Diogo Simão
Classificação etária | a partir dos 3 anos
Duração do espetáculo | 50 minutos
Co-produção | A FERA – Associação Cultural e TMF – Teatro das Figuras
Parceir | IPDJ – Direção Regional do Algarve
Projeto financiado pela Direção Regional de Cultura do Algarve
Apoio | Município de Faro e ARCM Músicos
Agradecimentos | Ana Aleixo, André Canário, Filipe Correia, Jéssica Dias, Luís Manhita, Noé Amorim, Pedro Monteiro e Rogério Cão

Apresentações públicas

2021

4 dezembro, 16h | LAMA Black Box (Faro)

5 dezembro, 11h | LAMA Black Box (Faro)

A 20 de novembro

Sinopse

Em “A 20 de Novembro”, o autor Lars Norén dá voz a um jovem de 18 anos, Sebastian Bosse, prestes a invadir a escola onde estudou com o intuito de fazer um massacre. O dramaturgo sueco pesquisou extensivamente o massacre de 2006, lendo o diário do jovem, as publicações no seu website, e assistindo ao vídeo que Sebastian fez antes do tiroteio. Neste monólogo dolorosamente honesto e implacável, o jovem fala da violência verbal, física, e psicológica de que foi vítima, do ódio pela escola, do conceito de liberdade que, para ele, não passa de mera ilusão, e do sentimento de não pertença. Neste texto, a meio caminho entre o manifesto e o solilóquio, desenvolve uma teoria política para justificar o que está prestes a fazer, enquanto revela as feridas mais íntimas. Os professores são apontados como o principal alvo deste atentado uma vez que, segundo Sebastian, nada fizeram para impedir que ele fosse maltratado pelos colegas. Neste espectáculo o jovem está num limbo constante entre o contar e o reviver, e o acusar e o procurar respostas.

Texto | Lars Norén
Tradução | José Peixoto
Encenação | Rodrigo Aleixo
Interpretação | Francisco Monteiro Lopes
Assistência de encenação e produção | Rodrigo Cachucho
Cenografia e adereços | João de Vasconcelos e Rodrigo Aleixo
Apoio na construção de cenário | Manuel Amorim e Rui Casares
Figurinos | criação colectiva
Desenho de luz e responsável técnico | Paulo Santos
Produção executiva | Rodrigo Aleixo e Francisco Monteiro Lopes
Design gráfico | João de Vasconcelos
Fotografia | BirdyStudios – Duarte Lopes
Gravação de vídeo do espectáculo | miguelangeloaudiovisuais

Apresentações públicas

2021

24 e 25 setembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

26 setembro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

“Amor Doméstico - Confi(n)ar Ou Não Confi(n)ar?”

Sinopse

É a apologia de um amor sem trelas e violência. Entre quatro paredes, é retratado as trelas de um amor submisso na vida de uma jovem: os abusos de um pai violento no passado e de uma relação tóxica atual com o namorado na mesma casa.

A casa algarvia dos avós, representada por um quadrado de luz, é o palco para este monólogo tenso e violento de uma jovem que se tenta soltar das trelas de um passado e presente submisso.

Uma em cada três mulheres em Portugal e no mundo sofre algum tipo de violência durante a vida, segundo a APAV.

O Algarve não é exceção e está na hora de alertar para o amor não ser violência, nem envolve trelas ou submissão. Este tema é apresentado nas escolas e nas salas de teatro para captar a atenção de quem assiste impávido e sereno todos os dias a formas de violência afetiva e bullying. Uma tentativa de não banalizar o amor por mais duros que os tempos sejam para a região.

Texto| Joana Guita
Encenação | João de Brito
Interpretação | Tânia Silva
Produção | A Fera

Apresentações públicas

2021

25 a 27 novembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

28 novembro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

QRCODE

Sinopse

QRCODE é uma instalação multimédia performativa e interativa, em que os espectadores têm um telemóvel e phones para explorarem códigos bi-dimensionais – os QRCODE – como portais que direcionam para vários universos ou objetos. Assim, na instalação há objetos com naturezas diversas: QRCODE que direcionam para conteúdos gravados previamente (vídeos, sons, fotografia, texto), e.outros, QRCODE que direcionam para uma sala de conversação online (plataforma Zoom) onde acontecem performances em tempo real à distância.
Estas performances em tempo real e à distância serão feitas por 4 performers diferentes – Ana Gil, Márcia Lança, Nuno Leão, Óscar Silva – sendo que cada performer fica com cada dia da semana.

Instalação performativa| Terceira Pessoa
Performers | Ana Gil, Márcia Lança, Nuno Leão, Óscar Silva

Apresentações públicas

2021

9 a 15 dezembro, 18h30 às 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

Sara Sara

Sinopse

A Sara quer sair da cidade onde mora. As personagens sombrias que povoam a sua memória obrigam-na a usar a arma mais niilista de todas: o sarcasmo. A Sara odeia a cidade onde mora. Todos os dilemas que tem, dentro e fora de si, provocam um loop temporal: uma partida perpétua, sem que esta alguma vez se concretize. Se não resolvermos o que passou, permanecemos no passado? Se a Sara falar de uma ferida, ela sara?

Criação | Diogo Simão, Nuno “Kabula” Esmael e Sara Afonso Vicente
Dramaturgia e encenação | Diogo Simão
Interpretação | Sara Afonso Vicente e Nuno “Kabula” Esmael
Figurinos | Filipe Correia
Aconselhamento artístico | João de Brito e Bruno Schiappa
Produção | Plutão de Verão
Parceria | LAMA Teatro e Folha de Medronho
Apoio | Direção Regional de Cultura do Algarve

Apresentações públicas

2021

16 a 18 setembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

A 20 de novembro

Sinopse

Em “A 20 de Novembro”, o autor Lars Norén dá voz a um jovem de 18 anos, Sebastian Bosse, prestes a invadir a escola onde estudou com o intuito de fazer um massacre. O dramaturgo sueco pesquisou extensivamente o massacre de 2006, lendo o diário do jovem, as publicações no seu website, e assistindo ao vídeo que Sebastian fez antes do tiroteio. Neste monólogo dolorosamente honesto e implacável, o jovem fala da violência verbal, física, e psicológica de que foi vítima, do ódio pela escola, do conceito de liberdade que, para ele, não passa de mera ilusão, e do sentimento de não pertença. Neste texto, a meio caminho entre o manifesto e o solilóquio, desenvolve uma teoria política para justificar o que está prestes a fazer, enquanto revela as feridas mais íntimas. Os professores são apontados como o principal alvo deste atentado uma vez que, segundo Sebastian, nada fizeram para impedir que ele fosse maltratado pelos colegas. Neste espectáculo o jovem está num limbo constante entre o contar e o reviver, e o acusar e o procurar respostas.

Texto | Lars Norén
Tradução | José Peixoto
Encenação | Rodrigo Aleixo
Interpretação | Francisco Monteiro Lopes
Assistência de encenação e produção | Rodrigo Cachucho
Cenografia e adereços | João de Vasconcelos e Rodrigo Aleixo
Apoio na construção de cenário | Manuel Amorim e Rui Casares
Figurinos | criação colectiva
Desenho de luz e responsável técnico | Paulo Santos
Produção executiva | Rodrigo Aleixo e Francisco Monteiro Lopes
Design gráfico | João de Vasconcelos
Fotografia | BirdyStudios – Duarte Lopes
Gravação de vídeo do espectáculo | miguelangeloaudiovisuais

Apresentações públicas

2021

24 e 25 setembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

26 setembro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

Qual é a distância que vai da minha consciência aos meus atos

Sinopse

#Será que estou a sonhar? #O que é que me garante que aquilo que eu vivi era apenas um sonho? #Não ando por aí a falar com coelhos! #Quero acordar! #Não quero um coelho gigante a perseguir-me! #Proibida a entrada a quem não andar espantado de existir. #Vou construindo a realidade à medida que a vou vivendo? #Aquilo que experimento fica gravado na minha memória. #Procura um fundamento para o conhecimento nos sentidos. #Hábito igual a tendência psicológica. #Deixar de ser invisível. #Este pode ser o grande momento. #Menina, menina, está-se a sentir bem? #Emoção estética. #O preço da minha consciência. #Liberta-me, liberta-me. #E eu vou continuar a ser a certinha do costume e a virar costas ao destino? #Olho-me ao espelho e gosto do que vejo. #Roubo da minha intimidade. #Qual é a distância que vai da minha consciência aos meus atos. #Nunca é tarde para refazer uma vida… #Qual é a distância que vai do meu coração ao teu?

Direção e Criação | Pedro Filipe Mendes
Interpretação | Letícia Lourenço Blanc
Texto | Ana Cristina Oliveira
Sonoplastia | Hâmbar de Sousa
Produção | Meninos da Graça_Plataforma de Criação Artística
Parceria | Agrupamento de Escolas Eça de Queiroz (Lisboa) / Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa (Faro) / LAMA Teatro

Apresentações públicas

2021

21 e 23 outubro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

24 outubro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

“Amor Doméstico - Confi(n)ar Ou Não Confi(n)ar?”

Sinopse

É a apologia de um amor sem trelas e violência. Entre quatro paredes, é retratado as trelas de um amor submisso na vida de uma jovem: os abusos de um pai violento no passado e de uma relação tóxica atual com o namorado na mesma casa.

A casa algarvia dos avós, representada por um quadrado de luz, é o palco para este monólogo tenso e violento de uma jovem que se tenta soltar das trelas de um passado e presente submisso.

Uma em cada três mulheres em Portugal e no mundo sofre algum tipo de violência durante a vida, segundo a APAV.

O Algarve não é exceção e está na hora de alertar para o amor não ser violência, nem envolve trelas ou submissão. Este tema é apresentado nas escolas e nas salas de teatro para captar a atenção de quem assiste impávido e sereno todos os dias a formas de violência afetiva e bullying. Uma tentativa de não banalizar o amor por mais duros que os tempos sejam para a região.

Texto| Joana Guita
Encenação | João de Brito
Interpretação | Tânia Silva
Produção | A Fera

Apresentações públicas

2021

25 a 27 novembro, 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

28 novembro, 17h | LAMA Black Box (Faro)

Princesa pé de gesso

Sinopse

Um conto sem fadas, dragões ou príncipes encantados. Uma história real que não deixa de ser mágica por fazer parte da ImagiNação, um país onde tudo é possível. É uma história com pés e cabeça, de uma princesa, dos dias de hoje, nasceu com os pés virados para a lua. Sem coroa, esta princesa dormiu sempre em berço real, calçava-se para dormir porque o que mais queria era saber andar. Com olhos do tamanho do mundo e nariz arrebitado a apontar as estrelas, a princesa nasceu com os pés ao contrário, tortos por natureza, estavam virados no sentido oposto ao chão. Os dois pés apontavam na mesma direção, sola com sola, botos de nascença recusavam-se a pisar a terra. Planavam nas nuvens e caminhavam no planeta do sono, onde os sonhos teimam em não acordar. Pés há muitos, uns mais chatos, outros cavos por natureza. Pés gregos ou egípcios. Romanos ou Celtas. Quadrados ou pontiagudos. Pés de lã ou de chumbo. Gigantes ou minúsculos. Botos ou normais. Variam em tamanho, no sexo e na forma mas andam sempre a par da imaginação, que os conduz por onde nunca pensaram chegar. Um espetáculo para todas as idades, de preferência para quem já saiba apertar os atacadores.

Texto | Joana Guita
Encenação | Rita Neves
Interpretação | Laura Pereira e Tânia Silva
Desenho de som | Igor Martins e Rita Neves
Execução de adereços | Rute Sousa
Design gráfico | Joana Guita
Fotografia | Ana Monteiro e Diogo Simão
Classificação etária | a partir dos 3 anos
Duração do espetáculo | 50 minutos
Co-produção | A FERA – Associação Cultural e TMF – Teatro das Figuras
Parceir | IPDJ – Direção Regional do Algarve
Projeto financiado pela Direção Regional de Cultura do Algarve
Apoio | Município de Faro e ARCM Músicos
Agradecimentos | Ana Aleixo, André Canário, Filipe Correia, Jéssica Dias, Luís Manhita, Noé Amorim, Pedro Monteiro e Rogério Cão

Apresentações públicas

2021

4 dezembro, 16h | LAMA Black Box (Faro)

5 dezembro, 11h | LAMA Black Box (Faro)

QRCODE

Sinopse

QRCODE é uma instalação multimédia performativa e interativa, em que os espectadores têm um telemóvel e phones para explorarem códigos bi-dimensionais – os QRCODE – como portais que direcionam para vários universos ou objetos. Assim, na instalação há objetos com naturezas diversas: QRCODE que direcionam para conteúdos gravados previamente (vídeos, sons, fotografia, texto), e.outros, QRCODE que direcionam para uma sala de conversação online (plataforma Zoom) onde acontecem performances em tempo real à distância.
Estas performances em tempo real e à distância serão feitas por 4 performers diferentes – Ana Gil, Márcia Lança, Nuno Leão, Óscar Silva – sendo que cada performer fica com cada dia da semana.

Instalação performativa| Terceira Pessoa
Performers | Ana Gil, Márcia Lança, Nuno Leão, Óscar Silva

Apresentações públicas

2021

9 a 15 dezembro, 18h30 às 21h30 | LAMA Black Box (Faro)

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