Uma casa de bonecas

Uma Casa de Bonecas, escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, é uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno. A acção acompanha a relação do casal Helmer, principalmente a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade.

Uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno

Peça feminista, psicológica, revolucionária, são muitos os adjectivos que podem classificar Uma Casa de Bonecas, mas talvez a forma mais simples de a descrever seja aquela que o próprio autor usou, dizendo que a escreveu: «não como uma peça de propaganda mas sim de verdades universais sobre a identidade humana».

De | Henrik Ibsen
Tradução | Miguel Graça
Encenação | João de Brito
Assistência de encenação | Inês Ferreira da Silva
Dramaturgia | João de Brito e Miguel Graça
Interpretação | Bruno Bernardo, Diana Nicolau, Inês Ferreira da Silva, José Mata, Luís Lobão e Madalena Almeida
Cenografia | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Desenho de luz | José Álvaro Correia
Música | Tomás Alves
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Co-produção | Teatro da Trindade / INATEL / LAMA Teatro

Apresentações públicas

2021

17 junho a 31 julho (4.ª a domingo), 19h | Sala Estúdio do Teatro da Trindade (Lisboa)

Romeu & Romeu

O que é que matou o amor?

Esta é a primeira pergunta do espectáculo. Uma pergunta que se veste de conferência. Uma conferência que não o é, porque o amor é muito mais que palavras como resposta.

Partindo de uma ideia de amor de Shakespeare na sua obra primordial, ‘Romeu e Julieta’, Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade.

Parece uma palavra fatal, assim como o destino de Julieta e Romeu, mas, se esta fatalidade não existisse, provavelmente estaríamos a falar de outros dois nomes, porque é inevitável um destino destes para que ele seja recordado.

Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade

Ou não?

Espectáculo criado para todos os públicos, com a colaboração de todos os públicos, num processo pós-confinamento, claramente tocado pelo novo conceito de baile de máscaras.

Criação e interpretação | João de Brito e Nuno Preto
Texto | Nuno Preto com João de Brito
Aconselhamento artístico | António Durães, Leonor Keil, Pedro Gil e Valter Lobo
Criação de conteúdos video e fotografia de cena | João Catarino
Desenho de luz | Carlos Arroja
Música | Nuno Preto
Construção de cenografia | Tó Quintas
Produção | LAMA Teatro
Co-produção | Cine-Teatro Louletano / Teatro das Figuras / Teatro de Vila Real

Apresentações públicas

2021

9 outubro (horário a definir) | Évora Teatro Fest (Évora)

(Datas a definir) | CineTeatro Louletano (Loulé) – 5 espectáculos para escolas + 1 espectáculo para público geral

(Data a definir) | Teatro de Vila Real (Vila Real)

(Data a definir) | Auditório António Silva (Cacém)

Residências

21 a 30 setembro 2020 | Circolando (Porto)

8 a 18 setembro 2020 | CaPA (Faro)

26 a 30 agosto 2020 | Festival A Salto (Elvas)

17 a 23 agosto 2020 | O Espaço do Tempo (Montemor-o-novo)

Frigorífico (Monitor Top)

Hoje, acordei e ainda respirava sem auxílio artificial. Óptimo, vamos lá curtir este dia igual aos outros. Já desactivei a Netflix e a HBO, vendi a televisão e o móvel que a suportava. Na sala, existe apenas um prego para quando me farto do robe. Um a um, os móveis desta casa despediram-se dos seus lugares.

A cama é agora um pobre colchão assente no soalho, a roupa guarda-se a si própria em amontoados sucessivos, a céu aberto, e a mesa de jantar não passa de uma recordação

A roupa lavada à mão é estendida nas portas e nas janelas, a loiça reutiliza-se sem restrições, o lixo não permanece um segundo nesta casa. A luz reflecte na total tonalidade branca das paredes e do robusto e imponente e único sobrevivente. A baixa temperatura, o resguardo do bem-estar, o guardião dos restos carcomidos, os desbotados pins, o último reduto de um possível luxo há muito abandonado. Na ausência de mais do que fazer, o frigorífico torna-se, por força das circunstâncias, o único suporte e meio de criação para o nosso sobrevivente.

Encenação e interpretação | João de Brito
Apoio à criação | Ana Rostron e Carolina Cantinho
Residência | Ana Rostron, Carolina Cantinho, João de Brito e Miguel Ponte
Ilustração | Carla Martinez / Mão de Cartão
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2021

8 dezembro (horário a definir) | Teatro das Figuras (Faro) – Estreia

À babuja

Num dia soalheiro, um homem larga a sua rotina e, inspirado por um livro de aventuras, dá largas ao cavalo da imaginação.

Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas

Este cavaleiro dos tempos modernos precisa de um co-piloto, de uma dama nobre a quem arrebatar com uma serenata e de inimigos. Um Dom Rodrigo e um medronho também não lhe cairiam mal. Dois actores e um músico dão corpo a este épico algarvio, temperado com o melhor que o Algarve tem. Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas.

Encenação | João de Brito
Dramaturgia | Joana Bértholo e João de Brito
Interpretação | André Canário, Igor Martins e João de Brito
Sonoplastia | Igor Martins
Cenografia e adereços | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Consultoria artística | Catarina Requeijo e Yola Pinto
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Produção | LAMA Teatro
Financiamento | Programa 365 Algarve

Apresentações públicas

2021

20 junho, 18h | Costa da Caparica (Almada)

26 junho, 21h | Casa das Virtudes (Faro)

27 junho, 11h30 | Casa das Virtudes (Faro)

13 julho | A Turma da Margarida (Faro)

1 agosto, 11h | Praia do Rosário (Moita)

1 agosto, 17h | Parque José Afonso (Moita)

FIT (IN)

FIT (IN) é um espectáculo sobre o encontro e a procura de uma identidade própria dentro de um sentido colectivo. Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto. O actor João de Brito e a bailarina Yola Pinto procuram, em reflexo, a posição do tempo interior de cada um e dos dois em conjunto, em contraponto com as velocidades exteriores com que o mundo lá fora nos confronta a todos, no dia-a-dia. Será, afinal, possível viver num mundo onde o tempo de cada um de nós exista também para lá dos contornos da nossa pele?

Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto

FIT (IN) nasce da procura de um questionar a posição do nosso tempo interior, em contraponto com as velocidades com que nos deparamos no dia-a-dia. De há alguns anos a esta parte tenho constatado que parte das desavenças que temos connosco próprios, se detêm no facto de termos gradualmente perdido a consciência do ritmo próprio do nosso corpo, da nossa corrente sanguínea, dos nossos pensamentos… Sentimo-nos principalmente adiantados ou atrasados! Em queda livre, numa narrativa existencial que às vezes parece apenas ocorrer no plano exterior,  desvinculada de nós próprios. Fascina-nos (e inspira-nos) por outro lado a empatia estonteante que as idades mais jovens têm com o tempo; Momentos feitos de quase nada e de um impulso primitivo de liberdade. Tudo o que é fácil perder na vida adulta. E isso comove-nos pelo mágico encadear de uma coisa que leva a outra e depois a outra, lembrando uma coreografia pré-estabelecida, onde o tempo de cada um de nós é a principal unidade de medida. Nunca tiveram a sensação de que há dias em que a nossa velocidade é completamente diferente da do resto do mundo?

Co-criação e interpretação | João de Brito e Yola Pinto
Espaço sonoro e interpretação | Noiserv
Assistência | Ana de Oliveira e Silva
Espaço cénico e figurinos | Sara Franqueira
Desenho de luz | Cristóvão Cunha
Imagem e vídeo | João Catarino
Apoio à criação | Cassefaz, Estúdios Victor Córdon e Pólo Cultural das Gaivotas / Boavista
Co-produção | LAMA Teatro / São Luiz Teatro Municipal / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

20 janeiro | Teatro das Figuras, 10h30 (escolas) e 21h30 (público geral) (Faro)

Ciclone

Como é que o nosso corpo lida com a imprevisibilidade meteorológica? Como nos afectam as variações bruscas e inesperadas das condições climáticas?

CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades

Quão dependentes estamos das previsões do tempo? A partir dos diários meteorológicos do artista norte-americano Henry Darger, CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades. O projecto cruza dados meteorológicos com dados autobiográficos, sendo que o corpo é o lugar privilegiado para esta pesquisa: lugar de destruição e reconstrução. Como é que estes ciclones se inscrevem no corpo?

Criação, dramaturgia e interpretação: Leonor Cabral
Apoio à criação: João de Brito
Apoio à dramaturgia | Keli Freitas
Vídeo e fotografia | João Tuna
Espaço cénico | Tiago Cadete
Figurinos | José António Tenente
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

(data a definir) | Teatro das Figuras (Faro)

26 e 27 maio, (horário a definir) | Black Box do Centro Cultural de Belém inserido no Festival Temps d’images

Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler

Conceito

Todos os participantes são convidados a “roubar” um livro numa cabine de leitura, surripiando palavras de outrem que ecoam de certa maneira no seu íntimo.  A ideia é essa, trazer um livro e as consequentes palavras, para que possamos explorar a relevância desse objecto e o seu conteúdo. Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos? Essa argumentação global é inspirada pelas palavras do livro que têm à frente e ampliada a partir do segundo objecto desta oficina, o telemóvel. Alguns participantes vão ler o que mais lhes interessa e o que acham mais relevante daquele livro, os outros vão estar em directo nas redes sociais, a partir de vários planos. Interessa pesquisar estes três planos da leitura: a leitura para nós (estar connosco); ler com o outro e a consequente partilha; ler em várias dimensões: para o mundo através da câmara do telemóvel, para quem filma e para quem nos rodeia in loco.

Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos?

Sinopse

21 é o número de performers que roubaram livros na cabine. 21 é número de perfomers que vão ocupar o espaço em forma de poesia de porta aberta. O público é convidado a entrar nesta exposição viva, onde pode observar a dicotomia entre os momentos de leitura e a versão online dos nossos corpos. Levar telemóvel é urgente e obrigatório.

Génese

Este projecto foi inicialmente desenvolvido em 2019, no âmbito da iniciativa Pouca Terra, Pouca Terra, uma mostra de teatro organizada pelo LAMA Teatro, inserida na programação do Festival F, que decorre em Faro.

A convite do LAMA Teatro, sob a direcção e coordenação de João de Brito, 21 mulheres oriundas da região do Algarve e ligadas às artes performativas, inspiradas pelas premissas propostas no decorrer da oficina de criação, construíram uma performance para ser apresentada no Festival F. Agora, propomo-nos a levar este projecto a outras localidades e regiões, desafiando outros intervenientes a embarcar nesta oficina/performance.

Concepção e coordenação | João de Brito
Interpretação | Participantes oficina “Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler”

Apresentações públicas

2021

28 setembro a 2 outubro (horário a definir) | Centro de Artes e Espectáculos de Sever do Vouga (Sever do Vouga)

16 a 20 novembro, 21h | Semana Europeia do Espectador / Artemrede (Sesimbra)

(Datas a definir) | (Lourinhã)

Uma casa de bonecas

Uma Casa de Bonecas, escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, é uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno. A acção acompanha a relação do casal Helmer, principalmente a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade.

Uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno

Peça feminista, psicológica, revolucionária, são muitos os adjectivos que podem classificar Uma Casa de Bonecas, mas talvez a forma mais simples de a descrever seja aquela que o próprio autor usou, dizendo que a escreveu: «não como uma peça de propaganda mas sim de verdades universais sobre a identidade humana».

De | Henrik Ibsen
Tradução | Miguel Graça
Encenação | João de Brito
Assistência de encenação | Inês Ferreira da Silva
Dramaturgia | João de Brito e Miguel Graça
Interpretação | Bruno Bernardo, Diana Nicolau, Inês Ferreira da Silva, José Mata, Luís Lobão e Madalena Almeida
Cenografia | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Desenho de luz | José Álvaro Correia
Música | Tomás Alves
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Co-produção | Teatro da Trindade / INATEL / LAMA Teatro

Apresentações públicas

2021

17 junho a 31 julho (4.ª a domingo), 19h | Sala Estúdio do Teatro da Trindade (Lisboa)

Ciclone

Como é que o nosso corpo lida com a imprevisibilidade meteorológica? Como nos afectam as variações bruscas e inesperadas das condições climáticas?

CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades

Quão dependentes estamos das previsões do tempo? A partir dos diários meteorológicos do artista norte-americano Henry Darger, CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades. O projecto cruza dados meteorológicos com dados autobiográficos, sendo que o corpo é o lugar privilegiado para esta pesquisa: lugar de destruição e reconstrução. Como é que estes ciclones se inscrevem no corpo?

Criação, dramaturgia e interpretação: Leonor Cabral
Apoio à criação: João de Brito
Apoio à dramaturgia | Keli Freitas
Vídeo e fotografia | João Tuna
Espaço cénico | Tiago Cadete
Figurinos | José António Tenente
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

(data a definir) | Teatro das Figuras (Faro)

26 e 27 maio, (horário a definir) | Black Box do Centro Cultural de Belém inserido no Festival Temps d’images

FIT (IN)

FIT (IN) é um espectáculo sobre o encontro e a procura de uma identidade própria dentro de um sentido colectivo. Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto. O actor João de Brito e a bailarina Yola Pinto procuram, em reflexo, a posição do tempo interior de cada um e dos dois em conjunto, em contraponto com as velocidades exteriores com que o mundo lá fora nos confronta a todos, no dia-a-dia. Será, afinal, possível viver num mundo onde o tempo de cada um de nós exista também para lá dos contornos da nossa pele?

Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto

FIT (IN) nasce da procura de um questionar a posição do nosso tempo interior, em contraponto com as velocidades com que nos deparamos no dia-a-dia. De há alguns anos a esta parte tenho constatado que parte das desavenças que temos connosco próprios, se detêm no facto de termos gradualmente perdido a consciência do ritmo próprio do nosso corpo, da nossa corrente sanguínea, dos nossos pensamentos… Sentimo-nos principalmente adiantados ou atrasados! Em queda livre, numa narrativa existencial que às vezes parece apenas ocorrer no plano exterior,  desvinculada de nós próprios. Fascina-nos (e inspira-nos) por outro lado a empatia estonteante que as idades mais jovens têm com o tempo; Momentos feitos de quase nada e de um impulso primitivo de liberdade. Tudo o que é fácil perder na vida adulta. E isso comove-nos pelo mágico encadear de uma coisa que leva a outra e depois a outra, lembrando uma coreografia pré-estabelecida, onde o tempo de cada um de nós é a principal unidade de medida. Nunca tiveram a sensação de que há dias em que a nossa velocidade é completamente diferente da do resto do mundo?

Co-criação e interpretação | João de Brito e Yola Pinto
Espaço sonoro e interpretação | Noiserv
Assistência | Ana de Oliveira e Silva
Espaço cénico e figurinos | Sara Franqueira
Desenho de luz | Cristóvão Cunha
Imagem e vídeo | João Catarino
Apoio à criação | Cassefaz, Estúdios Victor Córdon e Pólo Cultural das Gaivotas / Boavista
Co-produção | LAMA Teatro / São Luiz Teatro Municipal / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

20 janeiro | Teatro das Figuras, 10h30 (escolas) e 21h30 (público geral) (Faro)

À babuja

Num dia soalheiro, um homem larga a sua rotina e, inspirado por um livro de aventuras, dá largas ao cavalo da imaginação.

Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas

Este cavaleiro dos tempos modernos precisa de um co-piloto, de uma dama nobre a quem arrebatar com uma serenata e de inimigos. Um Dom Rodrigo e um medronho também não lhe cairiam mal. Dois actores e um músico dão corpo a este épico algarvio, temperado com o melhor que o Algarve tem. Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas.

Encenação | João de Brito
Dramaturgia | Joana Bértholo e João de Brito
Interpretação | André Canário, Igor Martins e João de Brito
Sonoplastia | Igor Martins
Cenografia e adereços | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Consultoria artística | Catarina Requeijo e Yola Pinto
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Produção | LAMA Teatro
Financiamento | Programa 365 Algarve

Apresentações públicas

2021

20 junho, 18h | Costa da Caparica (Almada)

26 junho, 21h | Casa das Virtudes (Faro)

27 junho, 11h30 | Casa das Virtudes (Faro)

13 julho | A Turma da Margarida (Faro)

1 agosto, 11h | Praia do Rosário (Moita)

1 agosto, 17h | Parque José Afonso (Moita)

Frigorífico (Monitor Top)

Hoje, acordei e ainda respirava sem auxílio artificial. Óptimo, vamos lá curtir este dia igual aos outros. Já desactivei a Netflix e a HBO, vendi a televisão e o móvel que a suportava. Na sala, existe apenas um prego para quando me farto do robe. Um a um, os móveis desta casa despediram-se dos seus lugares.

A cama é agora um pobre colchão assente no soalho, a roupa guarda-se a si própria em amontoados sucessivos, a céu aberto, e a mesa de jantar não passa de uma recordação

A roupa lavada à mão é estendida nas portas e nas janelas, a loiça reutiliza-se sem restrições, o lixo não permanece um segundo nesta casa. A luz reflecte na total tonalidade branca das paredes e do robusto e imponente e único sobrevivente. A baixa temperatura, o resguardo do bem-estar, o guardião dos restos carcomidos, os desbotados pins, o último reduto de um possível luxo há muito abandonado. Na ausência de mais do que fazer, o frigorífico torna-se, por força das circunstâncias, o único suporte e meio de criação para o nosso sobrevivente.

Encenação e interpretação | João de Brito
Apoio à criação | Ana Rostron e Carolina Cantinho
Residência | Ana Rostron, Carolina Cantinho, João de Brito e Miguel Ponte
Ilustração | Carla Martinez / Mão de Cartão
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2021

8 dezembro (horário a definir) | Teatro das Figuras (Faro) – Estreia

Romeu & Romeu

O que é que matou o amor?

Esta é a primeira pergunta do espectáculo. Uma pergunta que se veste de conferência. Uma conferência que não o é, porque o amor é muito mais que palavras como resposta.

Partindo de uma ideia de amor de Shakespeare na sua obra primordial, ‘Romeu e Julieta’, Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade.

Parece uma palavra fatal, assim como o destino de Julieta e Romeu, mas, se esta fatalidade não existisse, provavelmente estaríamos a falar de outros dois nomes, porque é inevitável um destino destes para que ele seja recordado.

Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade

Ou não?

Espectáculo criado para todos os públicos, com a colaboração de todos os públicos, num processo pós-confinamento, claramente tocado pelo novo conceito de baile de máscaras.

Criação e interpretação | João de Brito e Nuno Preto
Texto | Nuno Preto com João de Brito
Aconselhamento artístico | António Durães, Leonor Keil, Pedro Gil e Valter Lobo
Criação de conteúdos video e fotografia de cena | João Catarino
Desenho de luz | Carlos Arroja
Música | Nuno Preto
Construção de cenografia | Tó Quintas
Produção | LAMA Teatro
Co-produção | Cine-Teatro Louletano / Teatro das Figuras / Teatro de Vila Real

Apresentações públicas

2021

9 outubro (horário a definir) | Évora Teatro Fest (Évora)

(Datas a definir) | CineTeatro Louletano (Loulé) – 5 espectáculos para escolas + 1 espectáculo para público geral

(Data a definir) | Teatro de Vila Real (Vila Real)

(Data a definir) | Auditório António Silva (Cacém)

Residências

21 a 30 setembro 2020 | Circolando (Porto)

8 a 18 setembro 2020 | CaPA (Faro)

26 a 30 agosto 2020 | Festival A Salto (Elvas)

17 a 23 agosto 2020 | O Espaço do Tempo (Montemor-o-novo)

Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler

Conceito

Todos os participantes são convidados a “roubar” um livro numa cabine de leitura, surripiando palavras de outrem que ecoam de certa maneira no seu íntimo.  A ideia é essa, trazer um livro e as consequentes palavras, para que possamos explorar a relevância desse objecto e o seu conteúdo. Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos? Essa argumentação global é inspirada pelas palavras do livro que têm à frente e ampliada a partir do segundo objecto desta oficina, o telemóvel. Alguns participantes vão ler o que mais lhes interessa e o que acham mais relevante daquele livro, os outros vão estar em directo nas redes sociais, a partir de vários planos. Interessa pesquisar estes três planos da leitura: a leitura para nós (estar connosco); ler com o outro e a consequente partilha; ler em várias dimensões: para o mundo através da câmara do telemóvel, para quem filma e para quem nos rodeia in loco.

Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos?

Sinopse

21 é o número de performers que roubaram livros na cabine. 21 é número de perfomers que vão ocupar o espaço em forma de poesia de porta aberta. O público é convidado a entrar nesta exposição viva, onde pode observar a dicotomia entre os momentos de leitura e a versão online dos nossos corpos. Levar telemóvel é urgente e obrigatório.

Génese

Este projecto foi inicialmente desenvolvido em 2019, no âmbito da iniciativa Pouca Terra, Pouca Terra, uma mostra de teatro organizada pelo LAMA Teatro, inserida na programação do Festival F, que decorre em Faro.

A convite do LAMA Teatro, sob a direcção e coordenação de João de Brito, 21 mulheres oriundas da região do Algarve e ligadas às artes performativas, inspiradas pelas premissas propostas no decorrer da oficina de criação, construíram uma performance para ser apresentada no Festival F. Agora, propomo-nos a levar este projecto a outras localidades e regiões, desafiando outros intervenientes a embarcar nesta oficina/performance.

Concepção e coordenação | João de Brito
Interpretação | Participantes oficina “Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler”

Apresentações públicas

2021

28 setembro a 2 outubro (horário a definir) | Centro de Artes e Espectáculos de Sever do Vouga (Sever do Vouga)

16 a 20 novembro, 21h | Semana Europeia do Espectador / Artemrede (Sesimbra)

(Datas a definir) | (Lourinhã)

Uma casa de bonecas

Uma Casa de Bonecas, escrita em 1879 pelo autor norueguês Henrik Ibsen, é uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno. A acção acompanha a relação do casal Helmer, principalmente a “viagem” interior que a mulher, Nora, percorre ao longo dos três actos e que a faz tomar consciência que a aparência da perfeição e da felicidade não são a perfeição e a felicidade.

Uma das mais importantes peças da história da literatura, unanimemente considerada como o texto que dá origem ao drama moderno

Peça feminista, psicológica, revolucionária, são muitos os adjectivos que podem classificar Uma Casa de Bonecas, mas talvez a forma mais simples de a descrever seja aquela que o próprio autor usou, dizendo que a escreveu: «não como uma peça de propaganda mas sim de verdades universais sobre a identidade humana».

De | Henrik Ibsen
Tradução | Miguel Graça
Encenação | João de Brito
Assistência de encenação | Inês Ferreira da Silva
Dramaturgia | João de Brito e Miguel Graça
Interpretação | Bruno Bernardo, Diana Nicolau, Inês Ferreira da Silva, José Mata, Luís Lobão e Madalena Almeida
Cenografia | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Desenho de luz | José Álvaro Correia
Música | Tomás Alves
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Co-produção | Teatro da Trindade / INATEL / LAMA Teatro

Apresentações públicas

2021

17 junho a 31 julho (4.ª a domingo), 19h | Sala Estúdio do Teatro da Trindade (Lisboa)

Frigorífico (Monitor Top)

Hoje, acordei e ainda respirava sem auxílio artificial. Óptimo, vamos lá curtir este dia igual aos outros. Já desactivei a Netflix e a HBO, vendi a televisão e o móvel que a suportava. Na sala, existe apenas um prego para quando me farto do robe. Um a um, os móveis desta casa despediram-se dos seus lugares.

A cama é agora um pobre colchão assente no soalho, a roupa guarda-se a si própria em amontoados sucessivos, a céu aberto, e a mesa de jantar não passa de uma recordação

A roupa lavada à mão é estendida nas portas e nas janelas, a loiça reutiliza-se sem restrições, o lixo não permanece um segundo nesta casa. A luz reflecte na total tonalidade branca das paredes e do robusto e imponente e único sobrevivente. A baixa temperatura, o resguardo do bem-estar, o guardião dos restos carcomidos, os desbotados pins, o último reduto de um possível luxo há muito abandonado. Na ausência de mais do que fazer, o frigorífico torna-se, por força das circunstâncias, o único suporte e meio de criação para o nosso sobrevivente.

Encenação e interpretação | João de Brito
Apoio à criação | Ana Rostron e Carolina Cantinho
Residência | Ana Rostron, Carolina Cantinho, João de Brito e Miguel Ponte
Ilustração | Carla Martinez / Mão de Cartão
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2021

8 dezembro (horário a definir) | Teatro das Figuras (Faro) – Estreia

Romeu & Romeu

O que é que matou o amor?

Esta é a primeira pergunta do espectáculo. Uma pergunta que se veste de conferência. Uma conferência que não o é, porque o amor é muito mais que palavras como resposta.

Partindo de uma ideia de amor de Shakespeare na sua obra primordial, ‘Romeu e Julieta’, Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade.

Parece uma palavra fatal, assim como o destino de Julieta e Romeu, mas, se esta fatalidade não existisse, provavelmente estaríamos a falar de outros dois nomes, porque é inevitável um destino destes para que ele seja recordado.

Romeu e Romeu é um lugar de provocação, de provocações sobre a inevitabilidade

Ou não?

Espectáculo criado para todos os públicos, com a colaboração de todos os públicos, num processo pós-confinamento, claramente tocado pelo novo conceito de baile de máscaras.

Criação e interpretação | João de Brito e Nuno Preto
Texto | Nuno Preto com João de Brito
Aconselhamento artístico | António Durães, Leonor Keil, Pedro Gil e Valter Lobo
Criação de conteúdos video e fotografia de cena | João Catarino
Desenho de luz | Carlos Arroja
Música | Nuno Preto
Construção de cenografia | Tó Quintas
Produção | LAMA Teatro
Co-produção | Cine-Teatro Louletano / Teatro das Figuras / Teatro de Vila Real

Apresentações públicas

2021

9 outubro (horário a definir) | Évora Teatro Fest (Évora)

(Datas a definir) | CineTeatro Louletano (Loulé) – 5 espectáculos para escolas + 1 espectáculo para público geral

(Data a definir) | Teatro de Vila Real (Vila Real)

(Data a definir) | Auditório António Silva (Cacém)

Residências

21 a 30 setembro 2020 | Circolando (Porto)

8 a 18 setembro 2020 | CaPA (Faro)

26 a 30 agosto 2020 | Festival A Salto (Elvas)

17 a 23 agosto 2020 | O Espaço do Tempo (Montemor-o-novo)

À babuja

Num dia soalheiro, um homem larga a sua rotina e, inspirado por um livro de aventuras, dá largas ao cavalo da imaginação.

Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas

Este cavaleiro dos tempos modernos precisa de um co-piloto, de uma dama nobre a quem arrebatar com uma serenata e de inimigos. Um Dom Rodrigo e um medronho também não lhe cairiam mal. Dois actores e um músico dão corpo a este épico algarvio, temperado com o melhor que o Algarve tem. Estar «à Babuja» significa muita coisa e uma delas é estar à beira – das pessoas certas.

Encenação | João de Brito
Dramaturgia | Joana Bértholo e João de Brito
Interpretação | André Canário, Igor Martins e João de Brito
Sonoplastia | Igor Martins
Cenografia e adereços | Carla Martinez e Isabelle Yvonne
Figurinos | José António Tenente
Consultoria artística | Catarina Requeijo e Yola Pinto
Fotografia e vídeo | Diogo Simão
Produção | LAMA Teatro
Financiamento | Programa 365 Algarve

Apresentações públicas

2021

20 junho, 18h | Costa da Caparica (Almada)

26 junho, 21h | Casa das Virtudes (Faro)

27 junho, 11h30 | Casa das Virtudes (Faro)

13 julho | A Turma da Margarida (Faro)

1 agosto, 11h | Praia do Rosário (Moita)

1 agosto, 17h | Parque José Afonso (Moita)

FIT (IN)

FIT (IN) é um espectáculo sobre o encontro e a procura de uma identidade própria dentro de um sentido colectivo. Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto. O actor João de Brito e a bailarina Yola Pinto procuram, em reflexo, a posição do tempo interior de cada um e dos dois em conjunto, em contraponto com as velocidades exteriores com que o mundo lá fora nos confronta a todos, no dia-a-dia. Será, afinal, possível viver num mundo onde o tempo de cada um de nós exista também para lá dos contornos da nossa pele?

Inspirado e dedicado ao público juvenil, desdobra questões entre o dentro e o fora, o próprio e o outro, o encontro e o desencontro e a súbita alteração de circunstâncias de tudo isto

FIT (IN) nasce da procura de um questionar a posição do nosso tempo interior, em contraponto com as velocidades com que nos deparamos no dia-a-dia. De há alguns anos a esta parte tenho constatado que parte das desavenças que temos connosco próprios, se detêm no facto de termos gradualmente perdido a consciência do ritmo próprio do nosso corpo, da nossa corrente sanguínea, dos nossos pensamentos… Sentimo-nos principalmente adiantados ou atrasados! Em queda livre, numa narrativa existencial que às vezes parece apenas ocorrer no plano exterior,  desvinculada de nós próprios. Fascina-nos (e inspira-nos) por outro lado a empatia estonteante que as idades mais jovens têm com o tempo; Momentos feitos de quase nada e de um impulso primitivo de liberdade. Tudo o que é fácil perder na vida adulta. E isso comove-nos pelo mágico encadear de uma coisa que leva a outra e depois a outra, lembrando uma coreografia pré-estabelecida, onde o tempo de cada um de nós é a principal unidade de medida. Nunca tiveram a sensação de que há dias em que a nossa velocidade é completamente diferente da do resto do mundo?

Co-criação e interpretação | João de Brito e Yola Pinto
Espaço sonoro e interpretação | Noiserv
Assistência | Ana de Oliveira e Silva
Espaço cénico e figurinos | Sara Franqueira
Desenho de luz | Cristóvão Cunha
Imagem e vídeo | João Catarino
Apoio à criação | Cassefaz, Estúdios Victor Córdon e Pólo Cultural das Gaivotas / Boavista
Co-produção | LAMA Teatro / São Luiz Teatro Municipal / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

20 janeiro | Teatro das Figuras, 10h30 (escolas) e 21h30 (público geral) (Faro)

Ciclone

Como é que o nosso corpo lida com a imprevisibilidade meteorológica? Como nos afectam as variações bruscas e inesperadas das condições climáticas?

CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades

Quão dependentes estamos das previsões do tempo? A partir dos diários meteorológicos do artista norte-americano Henry Darger, CICLONE investiga a ascendência da condição meteorológica sobre a condição humana: o desejo de transformar, de criar ordem no caos, de procurar novas realidades. O projecto cruza dados meteorológicos com dados autobiográficos, sendo que o corpo é o lugar privilegiado para esta pesquisa: lugar de destruição e reconstrução. Como é que estes ciclones se inscrevem no corpo?

Criação, dramaturgia e interpretação: Leonor Cabral
Apoio à criação: João de Brito
Apoio à dramaturgia | Keli Freitas
Vídeo e fotografia | João Tuna
Espaço cénico | Tiago Cadete
Figurinos | José António Tenente
Co-produção | LAMA Teatro / Município de Faro / Teatro das Figuras

Apresentações públicas

2022

(data a definir) | Teatro das Figuras (Faro)

26 e 27 maio, (horário a definir) | Black Box do Centro Cultural de Belém inserido no Festival Temps d’images

Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler

Conceito

Todos os participantes são convidados a “roubar” um livro numa cabine de leitura, surripiando palavras de outrem que ecoam de certa maneira no seu íntimo.  A ideia é essa, trazer um livro e as consequentes palavras, para que possamos explorar a relevância desse objecto e o seu conteúdo. Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos? Essa argumentação global é inspirada pelas palavras do livro que têm à frente e ampliada a partir do segundo objecto desta oficina, o telemóvel. Alguns participantes vão ler o que mais lhes interessa e o que acham mais relevante daquele livro, os outros vão estar em directo nas redes sociais, a partir de vários planos. Interessa pesquisar estes três planos da leitura: a leitura para nós (estar connosco); ler com o outro e a consequente partilha; ler em várias dimensões: para o mundo através da câmara do telemóvel, para quem filma e para quem nos rodeia in loco.

Se tivéssemos meia hora em que todas as pessoas do mundo nos estão a escutar, o que diríamos?

Sinopse

21 é o número de performers que roubaram livros na cabine. 21 é número de perfomers que vão ocupar o espaço em forma de poesia de porta aberta. O público é convidado a entrar nesta exposição viva, onde pode observar a dicotomia entre os momentos de leitura e a versão online dos nossos corpos. Levar telemóvel é urgente e obrigatório.

Génese

Este projecto foi inicialmente desenvolvido em 2019, no âmbito da iniciativa Pouca Terra, Pouca Terra, uma mostra de teatro organizada pelo LAMA Teatro, inserida na programação do Festival F, que decorre em Faro.

A convite do LAMA Teatro, sob a direcção e coordenação de João de Brito, 21 mulheres oriundas da região do Algarve e ligadas às artes performativas, inspiradas pelas premissas propostas no decorrer da oficina de criação, construíram uma performance para ser apresentada no Festival F. Agora, propomo-nos a levar este projecto a outras localidades e regiões, desafiando outros intervenientes a embarcar nesta oficina/performance.

Concepção e coordenação | João de Brito
Interpretação | Participantes oficina “Roubei um livro na cabine de leitura e hoje vou ler”

Apresentações públicas

2021

28 setembro a 2 outubro (horário a definir) | Centro de Artes e Espectáculos de Sever do Vouga (Sever do Vouga)

16 a 20 novembro, 21h | Semana Europeia do Espectador / Artemrede (Sesimbra)

(Datas a definir) | (Lourinhã)

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